A iniciativa de apresentar o projeto e incentivar o debate foi tomada no ano passado por Mujica, que acredita que este é um caminho para diminuir decisivamente o poder dos narcotraficantes. Na visão dele, o monopólio da venda supervisionada pelo governo garantirá um consumo regrado, que diminuirá a violência provocada pelo comércio ilegal e o uso de substâncias de maior toxicidade. Com 3,4 milhões de habitantes, o Uruguai chama atenção pela agenda de debates em torno de questões polêmicas, como o aborto, permitido no sistema de saúde, e o casamento homoafetivo. Agora, pode se transformar na primeira nação sul-americana a legalizar a venda de drogas. O debate nas ruas de Montevidéu é quente. E a RBA foi conferir.
– Há um monte de preconceitos que estão detrás, mas, antes disso, o primeiro que há é falta de informação. E a maioria das pessoas que estão contra está por questões históricas, de ser contra essas coisas. Mas que não se preocupa, creio eu, em ir aos detalhes”, diz o jornalista Guillermo Garat, autor de Marihuana y outras yerbas.

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