As principais responsáveis pela queda do indicador em julho foram as dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc), que teve variação negativa de 8,7%. Em seguida, aparece a inadimplência com os bancos que caiu 2,2%. Já os títulos protestados e os cheques sem fundo apresentaram alta (8,5% e 16,3%, respectivamente).
De acordo com a Serasa, o valor médio da inadimplência não bancária e dos títulos protestados registraram queda de 8,4% e 2,2%, no acumulado do ano em relação ao mesmo período do ano passado. As dívidas com os bancos registraram alta de 4,7% assim como os cheques sem fundo que aumentaram 10,3%.
Segundo os economistas da Serasa, a queda da inadimplência do consumidor em julho é resultado da procura e interesse do consumidor pela renegociação de dívidas e da atitude cautelosa de evitar a aquisição de bens e serviços. A redução do poder aquisitivo, por causa da inflação, foi determinante para essa mudança de comportamento na avaliação dos economistas.

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