Os investidores e analistas do mercado financeiro refizeram as estimativas para ainflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e já admitem um recuo de 6,02% para 6% em 2014. As expectativas do setor estão no boletim Focus , divulgado semanalmente pelo Banco Central (BC). Por outro lado, a estimativa para o câmbio piorou: a relação entre a moeda norte-americana e o real passou de R$2,45 para R$ 2,47 no fim do ano.
A taxa básica de juros (Selic) , na percepção do mercado
financeiro, deverá fechar 2014 em 11% ao ano, com a Dívida Líquida do Setor Público passando de 34,8% para 34,9% em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB), que foi mantido em 1,91%. A produção industrial, por sua vez, deverá cair mais do que o previsto no último boletim, divulgado na semana passada, descendo de 2,2% para 2%.
Nas contas externas, o déficit em conta corrente permanece em US$ 73 bilhões, com o saldo da balança comercial sendo projetado em US$ 8,25 bilhões ante os US$ 8 bilhões da estimativa anterior. Os investimentos estrangeiros diretos passam também de US$ 57,5 bilhões para US$ 58 bilhões
Os investidores e analistas do mercado financeiro refizeram as estimativas para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e já admitem um recuo de 6,02% para 6% em 2014. As expectativas do setor estão no boletim Focus , divulgado semanalmente pelo Banco Central (BC). Por outro lado, a estimativa para o câmbio piorou: a relação entre a moeda norte-americana e o real passou de R$2,45 para R$ 2,47 no fim do ano.
A taxa básica de juros (Selic) , na percepção do mercado financeiro, deverá fechar 2014 em 11% ao ano, com a Dívida Líquida do Setor Público passando de 34,8% para 34,9% em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB), que foi mantido em 1,91%. A produção industrial, por sua vez, deverá cair mais do que o previsto no último boletim, divulgado na semana passada, descendo de 2,2% para 2%.
Nas contas externas, o déficit em conta corrente permanece em US$ 73 bilhões, com o saldo da balança comercial sendo projetado em US$ 8,25 bilhões ante os US$ 8 bilhões da estimativa anterior. Os investimentos estrangeiros diretos passam também de US$ 57,5 bilhões para US$ 58 bilhões
Preços em alta
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou o mês de janeiro com variação de 0,99% e aumento de 0,06 ponto percentual sobre a última apuração. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice atingiu 5,61%. Metade dos oito grupos pesquisados apresentou acréscimos segundo o levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).
O grupo educação, leitura e recreação foi o que indicou a maior elevação, 4,47% ante 3,16%. Entre os motivos estão o reajuste no valor cobrado para os cursos formais que subiram em média 9,07% ante uma alta de 6,62%. A inflação também reflete a alta observada no grupo despesas diversas (de 1,95% para 2,94%) e a maior pressão teve origem nos cigarros em alta de 6,03% ante 4,02%.
Em habitação, o índice teve variação de 0,71% ante 0,63% sob a influência, principalmente, dos gastos com mensalidade de empregada doméstica ( de 1,35% para 1,65%). No grupo comunicação ocorreu alta de 0,14% ante 0,06%, com destaque para os pacotes de telefonia fixa e internet (de 011,% para 0,53% ).
Em sentido contrário, o grupo vestuário acentuou a queda média de preços (de -0,28% para -0,30%), resultado do período de liquidações da moda primavera-verão. Nos demais grupos ocorreram decréscimos: transportes (de 0,91% para 0,62%); alimentação (de 1,10% para 0,93%);saúde e cuidados pessoais (de 0,48% para 0,47%).
Os cinco itens que mais influenciaram a inflação no período foram: curso de ensino superior (de 6,14% para 8,24%; cursos de ensino fundamental (de 7,42% para 10,07%); cigarros (de 4,02% para 6,03%); refeições em bares e restaurantes ( de 0,63% para 0,88%) e automóvel novo (de 1% para 1,44%).
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou o mês de janeiro com variação de 0,99% e aumento de 0,06 ponto percentual sobre a última apuração. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice atingiu 5,61%. Metade dos oito grupos pesquisados apresentou acréscimos segundo o levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).
O grupo educação, leitura e recreação foi o que indicou a maior elevação, 4,47% ante 3,16%. Entre os motivos estão o reajuste no valor cobrado para os cursos formais que subiram em média 9,07% ante uma alta de 6,62%. A inflação também reflete a alta observada no grupo despesas diversas (de 1,95% para 2,94%) e a maior pressão teve origem nos cigarros em alta de 6,03% ante 4,02%.
Em habitação, o índice teve variação de 0,71% ante 0,63% sob a influência, principalmente, dos gastos com mensalidade de empregada doméstica ( de 1,35% para 1,65%). No grupo comunicação ocorreu alta de 0,14% ante 0,06%, com destaque para os pacotes de telefonia fixa e internet (de 011,% para 0,53% ).
Em sentido contrário, o grupo vestuário acentuou a queda média de preços (de -0,28% para -0,30%), resultado do período de liquidações da moda primavera-verão. Nos demais grupos ocorreram decréscimos: transportes (de 0,91% para 0,62%); alimentação (de 1,10% para 0,93%);saúde e cuidados pessoais (de 0,48% para 0,47%).
Os cinco itens que mais influenciaram a inflação no período foram: curso de ensino superior (de 6,14% para 8,24%; cursos de ensino fundamental (de 7,42% para 10,07%); cigarros (de 4,02% para 6,03%); refeições em bares e restaurantes ( de 0,63% para 0,88%) e automóvel novo (de 1% para 1,44%).

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