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Líder fascista, Leopoldo López cumpre pena em cadeia na Venezuela

Líder oposicionista Leopoldo López se entrega voluntariamente à JustiçaLíder fascista, Leopoldo López se entregou voluntariamente à Justiça e, segundo o presidente Maduro, ele terá de responder por chamar à rebelião contra o governo. Um grupo de apoiadores saiu às ruas de Caracas depois de López entregar-se a agentes da Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar). Ele é acusado pelo governo do presidente Nicolás Maduro de incitar à violência durante os protestos no país, que já causaram quatro mortes.



Auditoria das eleições na Venezuela confirma vitória de Maduro

Nicolás Maduro tem feito visitas periódicas a Chávez, em Havana
O Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela anunciou, nesta quinta-feira, o resultado final da auditoria à totalidade dos votos das últimas eleições presidenciais, confirmando os resultados anunciados após o encerramento das urnas. Henrique Capriles, o candidato derrotado pela segunda eleição consecutiva, tinha exigido a auditoria mas recusou-se a participar na recontagem dos votos.



Lula e Dilma recebem Maduro no final do giro pela América Latina


Na recente posse de Maduro, Dilma esteve presente, ao lado de outros chefes de Estado latino-americanos
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chegou a Brasília, nesta quinta-feira, para encerrar um giro de três dias pelo Mercosul. Nesta tarde, ele se reúne com Dilma Rousseff para discutir a cooperação bilateral, em especial na questão dos alimentos, um problema para a nação caribenha, que sofre com inflação e obstáculos no abastecimento. De manhã, o venezuelano conversou com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que na véspera se encontrou com o presidente egípcio, Mouhamed Mursi.



Nicolás Maduro denuncia tentativa de golpe na Venezuela


Presidente eleito da Venezuela, Nicolás Maduro foi foi proclamado no cargo nesta segunda-feira pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE). A solenidade ocorreu na capital Caracas, cerca de 18 horas após proclamado o resultado das urnas e minutos depois de a presidenta Dilma Rousseff ligar para Maduro, após um longo período de silêncio no Palácio do Planalto. Em seu primeiro discurso na condição de presidente proclamado da República da Venezuela, Maduro ressaltou a necessidade de se observar as instituições democráticas como pilares da sociedade venezuelana. A mensagem foi dirigida à oposição que, segundo Maduro, tenta fabricar mais “um golpe de Estado” no país.
O candidato de ultradireita, Henrique Capriles, adversário da revolução bolivariana, iniciada com o líder Hugo Chávez, teimava em não reconhecer o resultado chegou a exigir uma recontagem “voto a voto” dos mais de 19 milhões de eleitores daquele país. Por conta da exigência, Capriles queria impedir a proclamação do resultado eleitoral.
Maduro venceu com 50,75% dos votos, contra 48,98% do adversário Capriles.
Capriles convocou marchas pelo país caso Maduro fosse proclamado presidente, mas não há sinais de protestos nas ruas das principais cidades do país.
– Que se escutem panelas e caçarolas em toda a Venezuela, no mundo. Para que escutem nossa indignação, nossa raiva – incitou.
Em uma clara tentativa de influir na decisão soberana dos eleitores venezueanos, representada no CNA, o governo dos Estados Unidos seguiu em linha com os aliados da extrema direita e pediu a recontagem dos votos devido ao resultado “extremamente acirrado”, com a vitória de Nicolás Maduro por uma estreita margem, ainda que esta diferença seja maior do que aquela ocorrida na reeleição do presidente George W. Bush, há oito anos
A Casa Branca, por meio de nota, reafirma no entanto que busca dialogar com a Venezuela sobre assuntos “como o combate conjunto ao narcotráfico e ao terrorismo”. As relações entre Venezuela e EUA atravessam atualmente um de seus piores momentos desde que em 2010, em meio a uma troca de acusações, o embaixador dos EUA foi retirado da Venezuela e vice-versa.
A presidenta Dilma Rousseff, em seu telefonema para felicitar Maduro pela vitória, disse que está “pronta” para trabalhar com o país vizinho. Dilma considera a disputa acirrada uma demonstração da “vitalidade” da democracia na Venezuela.



Oposição se nega a reconhecer vitória de Maduro e pede recontagem


Depois da vitória de Nicolás Maduro na disputa presidencial na Venezuela, o candidato oposicionista, Henrique Capriles, anunciou que não reconhece o resultado das urnas na votação de domingo e disse que vai pedir a recontagem dos votos computados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE). Maduro venceu Capriles com pequena margem de diferença menos de 234 mil votos.



Chávez lutou com determinação até contra a morte. Bom repouso comandante!


Todos os seres humanos são cheios de contradições. O importante é entender a dialética do SER e TER e entender as contradições da realidade e agir em conseqüência.
O povo venezuelano será testemunho do antes, durante e depois de Chávez e cabe a ele decidir sobre seu próprio destino.  Os que odiavam o presidente Chávez vão ter um dia consciência que ele lutou até com a morte com muita determinação, assim como, ele lutou para mudar a Venezuela. Quem sabe, o ódio vai se dissipar e as elites venezuelanas vão entender que governar para os pobres e pelos miseráveis não quer dizer dividir a sociedade.



 
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